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JOANA DUARTE DESABAFA: “SEI QUE FIZ MUITAS ESCOLHAS MENOS ACERTADAS”

Outubro 11, 2015

Joana Duarte Portugal

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Após um ano e meio a trabalhar como assistente de bordo, a atriz faz a série ‘Bem-Vindos a Beirais’.

Joana Duarte iniciou-se na representação aos dez anos, na sitcom Uma Casa em Fanicos. Hoje, aos 28, mantém a paixão pela representação, mas imagina-se a fazer outras coisas, já que não receia ‘arregaçar as mangas’ e trabalhar. Foi o que fez durante o ano e meio em que trabalhou como assistente de bordo numa empresa privada de jatos, que a levou a percorrer o mundo e a ter algumas das melhores e mais completas experiências da sua vida. Decidida a arrumar essa fase e a voltar a vestir outras ‘peles’, regressou a Lisboa há um ano e pouco depois começou a gravar a série da RTP Bem-Vindos a Beirais. A seu lado em todos os momentos tem contado com o apoio do namorado, o surfista profissional Alex Botelho, de 24 anos, com quem namora há três anos.
– O trabalho de assistente de bordo foi uma opção ou uma necessidade?
Joana Duarte – Acho que ambas. Estive um tempo parada, depois apresentei um programa na Fuel TV e decidi tirar um curso de assistente de bordo para trabalhar numa companhia privada que viajava pelo mundo: como adoro fazê-lo e ainda não tenho filhos nem nada que me prenda, achei que seria o ideal. Já estava há algum tempo parada na área da representação e acabei por embarcar nessa aventura. Mas sei que isso também me impediu de fazer mais novelas.
– Essa aventura fê-la crescer?
– Muito. Viajar em lazer já alarga os horizontes e quando se está em trabalho e a nossa base é fora de casa, ainda mais. Estive no Paquis­tão, no Afeganistão, cinco meses na Arábia Saudita e vi muita coisa. Vi cenários de guerra... muita coisa mesmo. Também estive em Nova Iorque, tudo sítios muito distintos que trazem uma experiência grande.
– Como foi viver num país como a Arábia Saudita, onde as mulheres são tratadas de maneira tão particular?
– Foi difícil. Tinha de andar de burka, completamente tapada, os homens não falam às mulheres e somos bastante mal tratadas. Acima de tudo, é um grande teste ao teu ego, já que para eles não vales nada, nem sequer existes. Vi coisas que pensava não existirem... Lá, enforcam-se e lincham-se pessoas em praça pública!
– Nessas ocasiões nunca achou que foi um erro entrar nessa aventura?
– Claro que pensei, até porque queremos sempre aquilo que não temos. Mas não me arrependo, foi muito enriquecedor.
– Tornou-a mais madura?
– Sem dúvida, cresci muito e, curiosamente, tornou-me mais próxima dos meus pais e fez-me dar mais valor a Lisboa. Passou a ser o meu aeropor­to preferido, porque estava a voltar a casa.
– E porque decidiu voltar para casa?
– Chamaram-me para uma operação na Nigéria e eu não quis ir porque foi na altura do ébola. Recusei e decidi regressar. Voltei em agosto do ano passado e surgiu o convite para integrar o elenco da série Bem-Vindos a Beirais, onde ainda estou.
– Regressar à televisão propor­cionou algum receio?
– Sem dúvida. Inicialmente tinha muita dificuldade em decorar os textos, tinha perdido o hábito, mas em pouco tempo entrei nos eixos [risos]. Estou a gostar muito, em Beirais somos mesmo todos uma família, ajudam-se todos muito uns aos outros. Já não me via em televisão há algum tempo, mas estou a adorar e o feedback também está a ser muito positivo.
– Preocupa-a a eventualidade de não ter trabalho?
– Sinceramente, não. Claro que poupo, ou melhor, gasto menos para as alturas em que isso acontece, mas se eu deixar de trabalhar como atriz, não vou ficar sem trabalho. Não tenho medo de trabalhar no que quer que seja. Todos os trabalhos têm valor e é preciso é ter saúde para isso. Não tenho vergonha nenhuma de estar atrás de um balcão, como já fiz. Recuso-me a ficar depressiva em casa à espera de trabalho. Se não há aquele trabalho, há de haver outro.
– Vive com o Alex, com quem namora há três anos. É o seu maior fã?
– Ele tem acompanhado todo o meu percurso, é muito querido e apoia-me imenso. Acima de tudo, somos os melhores amigos e ele ajuda-me em muitas decisões importantes.
– O casamento e os filhos fazem parte dos planos a longo prazo?
– Claro que sim, mas ao mesmo tempo tento não me preocupar com aquilo que a sociedade nos tenta impor. Não faço planos, será quando tiver de ser. Ainda há muita coisa que quero fazer e sei que os filhos cortam parte da liberdade. Ainda não me sinto preparada [risos].
– É jovem, mas começou a trabalhar muito cedo. Que balanço faz da sua carreira na
representação?
– [risos]. Acho que geri tudo mal, era miúda e acho que é normal que isso tenha acontecido, mas a minha vida podia estar completamente diferente.
– O que quer dizer com ter gerido tudo mal?
– Na altura dos Morangos com Açúcar tive um boom e muitas das coisas que vieram daí deixaram-me um pouco assustada. Era miúda e disse e fiz coisas que não queria e tinha toda a atenção sobre mim. Nem percebia por que fazia determinadas coisas, estava somente a viver o momento. Sei que fiz escolhas menos acertadas, mas não me arrependo de nada. Fez-me bem estar afastada.

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Vê o video da sessão fotográfica aqui: http://caras.sapo.pt/carastv/2015-10-08-Nos-bastidores-de-uma-producao-com-Joana-Duarte

Fonte: Caras

BEM-VINDOS A BEIRAIS: SÍLVIA ALBERTO É IRMÃ DE JOANA DUARTE NA SÉRIE DA RTP

Novembro 04, 2014

Joana Duarte Portugal

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A apresentadora é uma das muitas caras conhecidas que tem participado na série de sucesso da estação pública

Sílvia Alberto interpreta Raquel em três episódios de "Bem-Vindos a Beirais". A apresentadora é uma gestora de uma empresa e tem uma irmã mais nova, Luna, (Joana Duarte), uma hippie com um passado escondido. 

As gravações começaram na última semana nos estúdios da SP Televisão, no Cacém, e Sílvia Alberto tem partilhado diversos momentos na sua página do Facebook. 

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Leia mais em: https://www.novagente.pt/bem-vindos-beirais-silvia-alberto-e-irma-de-joana-duarte-na-serie-da-rtp

Telefilme - "Bloqueio"

Abril 07, 2013

Joana Duarte Portugal

No passado dia 13/12 , às 22h18, a RTP1 emitiu o 2º episódio da mini-série "4", que tem ido para o ar às quintas-feiras à noite. Independentes entre si, mas ligados pelo tema comum “Portugal Hoje”, os filmes partem da seguinte premissa: quatro dos escritores mais representativos da nova geração aceitaram o desafio e escreveram livremente, cada um, uma história que representa a sua  visão de autor sobre o Portugal contemporâneo.  

Esta semana vemos o trabalho de Pedro Mexia, o filme “Bloqueio”. Nesta história,  Miguel, o protagonista, precisa de  outras oportunidades, de outras experiências, e por isso inventa uma  crise. Uma crise conjugal. Ele tem quarenta anos e um casamento estável, talvez não feliz, mas não em crise. Sente no entanto necessidade de  inventar uma crise, através de ciúmes infundados, apenas porque quer um  alibi para sair de casa, para variar, experimentar. 
 
Rita, a mulher de  Miguel, é fotógrafa ou arquiteta, sabemos que trabalha num projeto sobre as mudanças na cidade, e seguimos os seus trabalhos, que estudam uma  Lisboa que muda, que está portanto «em crise», como estão as cidades,  por definição. Ela compara fotografias da Lisboa antiga e moderna, como  podia comparar um antes e um depois na vida das pessoas, na vida de um  casal, por exemplo. Ela sente que o seu casamento não está bem, mas não  se trata certamente de uma crise, ela não quer nenhuma «oportunidade»,  exceto uma oportunidade para emendar o que está mal. Miguel, cujo  estatuto profissional é incerto, perde demasiado tempo com fantasias,  conjeturas, e por isso provoca uma rutura de que aliás se virá a  arrepender.  
O filme começa com um ataque de ciúmes, Miguel a  revistar a casa à procura de alguma prova da infidelidade de Rita. Esta  apanha-o em plena devassa, confronta-o, e percebe rapidamente que ele  anda à procura de um motivo, ainda que falso, de acabar o casamento,  invocando uma “crise” que o liberte. Miguel ainda nem pensou bem no que  está a fazer, quando se defende percebemos que agiu sem refletir, que  está inquieto, indeciso, nervoso. 
 
Filipe, amigo do casal e colega de Rita, incentiva Miguel a fugir à ideia de crise, explica que o mundo  atual está cheio de «oportunidades», e que não é preciso abdicar de uma  coisa para ter outra, há que aproveitar tudo o que está ao nosso  alcance. A «crise» na cabeça de Miguel é uma ideia antiga, trágica, e  Filipe sente-se mais à vontade numa conceção moderna do mundo, hedonista e lúdica. 
 
Explica ao amigo que a própria ideia de «fidelidade» pertence a um mundo que passou, e que entretanto Portugal viveu uma «revolução  sexual», que chegou muito tempo depois da revolução política, acabou a  tragédia, a nova geração encarna um mundo de possibilidades fáceis,  acessíveis. Filipe diz que Miguel deve aproveitar isso, e fala das novas mulheres portugueses, que segundo ele são sexualmente disponíveis e se  chamam todas Joana. Daí que os amigos conheçam duas raparigas novas,  aparentemente disponíveis, e que se chamam, efetivamente, Joana.
 
Entretanto, Rita refugia-se no seu trabalho para evitar as agruras conjugais. Mas a história da cidade, que ela documenta, é demasiado parecida com a  história das relações entre as pessoas, o que a assusta um pouco. E  também se assusta quando conhece um homem numa galeria de arte, e o  homem se convence de que ela se mostrou recetivo aos avanços dele. Ao  ser confrontada com a «crise», Rita pergunta-se se não estará, por seu  lado, a dar sinais de que está em crise.  
Entretanto, Miguel mete  conversa com uma rapariga que lhe bloqueou a saída do carro, uma  rapariga que também se chama Joana. Rita assiste à cena, que acaba com  Joana 3 a dar o número de telemóvel a Miguel, e fica convencida de que a crise é «real», de que há «outra mulher». Pior ainda, usa por engano  uma “pen” de Miguel e descobre uma fotografia de Joana 2, que Miguel  fotografou por graça. Rita decide que o casamento acabou, mas Miguel não percebe nada disto, e sai de casa para um encontro com Joana 3 num  parque de diversões.
 
Fonte: Fantastictvsite

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Bem-vindo a este blog dedicado à talentosa actriz portuguesa Joana Duarte. Aqui encontrarás as últimas notícias, fotos, videos e muito mais sobre a Joana. Espero que gostes do meu trabalho e volta sempre que quiseres.

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Informações do Blog

Nome: Joana Duarte Portugal Desde: 24 de Maio de 2008 Hospedagem: Blogs Sapo

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